O presidente do Sporting, Frederico Varandas, chocou a todos quando, em 2020, decidiu pagar a cláusula de 10 milhões de euros por um treinador inexperiente e que, ainda para mais, tinha um passado bastante ligado ao Benfica. A verdade é que dois anos depois, não existe uma única crítica por um dos negócios mais rentáveis de sempre do clube de Alvalade.
Neste momento, já ninguém duvida de Rúben Amorim e a aposta de Varandas, quando o levou do SC Braga foi a mais acertada. Afinal, os leões ganharam uma Taça da Liga e um campeonato. Estão agora na luta por revalidar o título de campeão, passaram a fase de grupos da Liga dos Campeões e estão nas meias-finais, tanto da Taça de Portugal como da Taça da Liga.
No plantel, vários jogadores têm sido valorizados. Portanto, o investimento do Sporting por Rúben Amorim há muito que não causa qualquer dúvida. No entanto, no início de 2020, o jovem técnico ainda não tinha curso finalizado e tinha pouquíssimo jogos de experiência na primeira liga.
Varandas não duvidou e assumiu a sua decisão, na altura, muito contestada. Agora, em entrevista à CNN, o presidente do Sporting explica que a contratação de Rúben Amorim, naquele momento, foi para evitar que o técnico fosse para o Benfica, apenas alguns meses mais tarde.
“Nunca liguei muito ao que diziam. Foi uma jogada de antecipação. Estaria no Benfica no final do ano. Já havia conversações ou pressão para que ele não assinasse pelo Sporting. Hoje ninguém tem dúvidas da qualidade dele. Hoje já duvidam se ele continua, porque tem mercado. É um elogio para nós. O Amorim tem uma estrutura que dificilmente vai encontrar. Já lhe disse isto.
Um diretor clínico, um sports cientist que fomos buscar ao Arsenal, um diretor desportivo como temos. A função do presidente não é dar um treino, é fazer acreditar e reunir a melhor equipa. Podemos ter uma estrutura espetacular, mas sem o treinador tudo passa por incompetente”, respondeu Frederico Varandas.
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